quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Alguém viu os alunos?

 
    Que lugar de criança é na escola, todos já sabem, entretanto, não é essa realidade que nós deparamos. Cada vez mais cedo, crianças e adolescentes na faixa etária de 11 a 17 anos, tem abandonado a escola para cometer pequenos furtos e roubos.
       Um triste exemplo desta situação ocorreu no centro do Rio de Janeiro. Sete meninos foram detidos pela 13°  BPM, após terem sidos flagrados atacando pedestres e assaltando, preferencialmente, mulheres. Infelizmente, não são apenas meninos que estão ligados aos furtos. Um grupo de 15 meninas fizeram um arrastão em lojas localizadas na Zona Sul de São Paulo.
        O grande mau que leva crianças e adolescentes a cometerem furtos e assaltos é muitas vezes pelo fato da família possuir uma baixíssima renda financeira, não sendo possível sustentar seus próprios filhos. Dessa maneira, os jovens se vêem no dever de ajuda-los. Já em outras situações, não é somente pelas condições financeiras serem precárias, mas também por incentivo de amigos, acabam se envolvendo no perigoso mundo das drogas.
        A melhor maneira de impedir a propagação desses arrastões é a criação de projetos sócioeducacionais  , tirando os jovens das ruas e recolando-o na escola, e garantindo empregos formais que possam lhe ajudar educacionalmente e financeiramente. O objetivo não é só melhorar a renda familiar, o fundamental é crianças e adolescentes não abandonarem a escola e continuarem estudarem, desse modo conseguiram a garantir uma boa renda de maneira justa e honesta.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Invisíveis.


          Como podemos esquecer, ou ignorar a Terceira Idade, tão valorizada há algum tempo atrás, quando  os idosos eram vistos como os patriarcas da família, para serem só um "corpo sem mocidade, inútil, vazio, cujo o único valor é ser o cadáver de uma mocidade", assim citado por Vinícius de Moraes em Velhice.  
          O idoso tem sido esquecido, ignorado de uma maneira discreta e cada vez mais pela sociedade, que busca não mais as pessoas experientes, mas sim os jovens, considerando o idoso é desvalorizado. Assim retratado no texto Sociedade e a Terceira Idade, de Dr. João Roberto D., há uma exagerada valorização da juventude pela sociedade, o que contribui para piorar o conceito da Terceira Idade.
       Com um mundo totalmente conectado na tecnologia, o ponto alvo tem sido os jovens, pois serão eles que estarão amanhã na fila de espera para comprar um iPhone 5, mesmo debaixo de neve.
      Entretanto, não é só em função da sociedade que piora o conceito da Terceira Idade. Há também, como é citado no texto Senilidade e Invisibilidade Social, de Camila M. Polonio,  que sociedade em si não inibe o idoso, mas que as famílias contribuem, encontram-se cada vez mais fechadas e focadas na produção, e aquele que não produz acaba não tento seu espaço. Desse modo, o idoso perde seu lugar em sua própria família , tanto quanto, na sociedade.
      O que esquecemos, é que os idosos são pessoas com sentimentos e que chegará o dia em que nós tornaremos velhos, e seremos considerados "inúteis", assim como um folha usada.

Obsessão pelo corpo perfeito.

   
      A busca pela "perfeição" tem se tornado mais frequente nos últimos anos. Com a mídia em expansão, nos deparamos com padrões impostos por estes, e que incentivam ainda mais a busca descontrolada pela aparência perfeita.
      São cirurgias, horas na academia, remédios que prometem: "emagreça em 2 semanas", anabolizantes e outros. Todos que ingerem estas substâncias colocam a vida própria em perigo, por simples luxúria da sociedade. Quem são essas pessoas que impõem tais padrões, e que direito elas possuem de julgar o que é aceitável ou não?
      Infelizmente, muitas pessoas cegas e guiadas não somente pela mídia, mas também pelo próprio ego, distorcem o significado de saúde. Beleza, não significa saúde. Devemos nos preocupar com o que realmente faz bem ao nosso coração e a nossa saúde, pois nada adianta ser bonito por fora e podre por dentro.